quinta-feira, 21 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Marabunta: Provérbio Suíço
Marabunta: Provérbio Suíço: "AS PALAVRAS SÃO ANÃS OS EXEMPLOS SÃO GIGANTES"
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
VIVER A VIDA (Fernando Pessoa)
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
(Fernando Pessoa)
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
(Fernando Pessoa)
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Marabunta:
CAMINHO DA LUZ
Uma luz de amor entra em mimE o meu coração se inflama e aqueceO que vejo do Mundo não é assim, Tão mau como parece.
O Mundo é uma maravilhaEscondida sob um véu de maldadePor trás das nuvens o sol brilhaNo meio da Tempestade.
Nossos olhos tão ceguinhos...Olhos da mente, ilusão!Visão limpa, clara, sem espinhosSe olharmos com o coração.
Vida alegre, saudável e boaSó com amor se consegue,Que o coração tudo perdoa,
Não há lança que o cegueNão há noite que o corroaSe na Estada da Luz ele segue!
Côja, 06/06/09
João Barros de Bettencourt
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
A LIÇÃO DA TARTARUGA
A Calantha esteve mais de 30 anos sem o mar, num tanque do Aquário Vasco da Gama, em Lisboa. Desde que foi devolvida ao oceano, no ano passado, esta tartaruga nadou 10.600 quilómetros, em linha recta, e conseguiu atravessar o Atlântico, numa das maiores migrações conhecidas.
Parabéns ao Zoomarine pelo excelente trabalho.
Mas na verdade esta tartaruga veio demonstrar-nos que só o AGORA é que conta, na Eternidade da Natureza o tempo não existe... educada ou não esta tartaruga conseguiu por si só, ao fim de 30 anos de cativeiro atravessar o Atlântico e chegar às Caraíbas!
Que grande lição para os humanos, sempre stressados quando têm que ESPERAR seja nas filas de trânsito ou nas listas de espera (cavalo de batalha dos políticos). A nossa mente diz-nos a nós, seres pensantes: - "Quem espera, desespera". Mas para a tartaruga que talvez tenha a sorte de não pensar, o problema tempo não se põe. Vive apenas o aqui e agora, apenas age com a consciência do momento em que vive, aplicando o que aprendeu ao natural instinto de sobrevivência
Facebook (2) | Caracois e imperiais
Facebook (2) | Caracois e imperiais: "– Enviado através da Barra de ferramentas do Google"
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
E continua a dança...
Governar é gerir...
Os que criticavam Salazar por pretender que a circulação rodoviária só melhoraria se os países se entendessem de forma a limitar o número de veículos em circulação vem agora propor a retirada de medicamentos do MERCADO, como forma de reduzir os gastos com a SAÚDE. Se fossem aqueles aquelas dezenas de cópias que as Multinacionais impuseram que fossem colocadas em circulação pelas nossas farmácias, seria natural, pois nunca deviam ter admitido tal abuso de despesismo, mas não. Foram apenas por obscuros métodos economicistas, retirar medicamentos que não dão lucro às Farmácias e à Indústria Farmacêutica.
E os doentes que beneficiavam, nem que fosse por efeito placebo, da acção desse medicamento, ficam deste modo, como já sucedeu há anos, uma vez mais privados desse tratamento.
A ideia de Saúde para todos vê-se aqui a braços com um ato discriminatório que compromete o ideal socialista defendido na constituição.
Os que criticavam Salazar por pretender que a circulação rodoviária só melhoraria se os países se entendessem de forma a limitar o número de veículos em circulação vem agora propor a retirada de medicamentos do MERCADO, como forma de reduzir os gastos com a SAÚDE. Se fossem aqueles aquelas dezenas de cópias que as Multinacionais impuseram que fossem colocadas em circulação pelas nossas farmácias, seria natural, pois nunca deviam ter admitido tal abuso de despesismo, mas não. Foram apenas por obscuros métodos economicistas, retirar medicamentos que não dão lucro às Farmácias e à Indústria Farmacêutica.
E os doentes que beneficiavam, nem que fosse por efeito placebo, da acção desse medicamento, ficam deste modo, como já sucedeu há anos, uma vez mais privados desse tratamento.
A ideia de Saúde para todos vê-se aqui a braços com um ato discriminatório que compromete o ideal socialista defendido na constituição.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Uma pausa para reflectir
UMA PAUSA PARA REFLECTIR
No meio de tão grande confusão que se levantou no Serviço Nacional de Saúde, temos mesmo que parar para reflectir.
O encerramento de Maternidades, de Urgências Infantis, de Atendimentos Permanentes, dá-nos a ideia que o Céu desabou sobre a saúde dos portugueses.
Vamos reflectir um pouco sobre o motivo que levou os nossos governantes a terem que tomar medidas tão drásticas:
A ideia muito socialista de uma saúde tendencialmente gratuita era uma medida que poderíamos considerar no mínimo utópica. A saúde pode não ter preço, mas diz a sabedoria popular: ”vão-se os anéis... fiquem os dedos”. O lucro da saúde deve ver-se na rápida melhoria dos doentes que faça diminuir o absentismo e melhorar o ritmo de trabalho; na prevenção da doença e dos acidentes de trabalho ou viação ou outros que provoquem incapacidade.
Não se pode olhar a Saúde como um empreendimento rentável, não se devia poder dar alta a um doente porque está a dar prejuízo ao Hospital...
Mas infelizmente as despesas atingiram um valor de tal modo elevado que obrigaram o Estado a tomar medidas impopulares mas necessárias, nos locais onde o número de utentes não justificava a sua existência.
Metendo a mão na consciência, a maioria de nós tem muita culpa do descalabro a que a Saúde chegou.
Foi-nos dada a facilidade de recorrer a serviços quase gratuitos e as pessoas acorreram em massa aos Centros de Saúde até por motivos fúteis que muitas vezes nada tinham a ver com a saúde. É quase como uma corrida aos saldos em que as pessoas compram por 1€ coisas de 3€ que não lhes faz falta nenhuma.
Ter direito à saúde não significa ter que ir a correr ao médico; saúde é mais do que ausência de doença. Saúde é bem-estar físico, psíquico e social e não depende apenas do médico e dos centros de saúde. Depende também da educação, do civismo, da sociedade e de inúmeros factores que nos vão surgindo na vida diária. A saúde depende sobretudo de cada um de nós e da forma como nos comportamos. Uma vida tranquila, sem excessos, não é obrigatoriamente um aborrecimento. Podemos comer, trabalhar, divertirmo-nos, fazer exercício físico com moderação e obter assim uma boa saúde.
Uma boa educação para a prevenção dos acidentes de trabalho, ensinando as formas de nos proteger e proteger os outros tem sido muito descurada, senão inexistente nas nossas escolas, preocupadas em encher a cabeça das crianças com matéria teórica que acaba muitas vezes por não servir para nada. Formam-se Drs. mas esquecem-se os artífices e o resultado é que os Drs. acabam por ter que aceitar empregos para os quais não estão minimamente preparados. Também a educação para condução auto deve ser incentivada logo nos primeiros anos de escolaridade e, pena é que o Civismo não possa ensinar-se também nos bancos da escola; embora o exemplo dos educadores tenha uma grande importância, é em casa com a actuação dos pais e encarregados de educação que a criança vai desenvolvendo a noção do civismo e agindo em conformidade, respeitando-se a si próprio e aos outros.
O nosso total bem-estar depende da consciência que temos de nós próprios como seres completos em espírito, mente e corpo. Podemos aumentar essa consciência usando afirmações que reforçam Vida:
Sou um ser sadio e completo em espírito, mente e corpo.
Todos os dias repito esta afirmação, proclamando que a minha saúde e plenitude têm origem na minha essência genuína, alojada no fundo do meu coração. Abro-me à Vida curadora que brota da Fonte de Luz que é o meu Eu Superior, e sinto-a a irradiar-se a todas as células do meu corpo.
Todas as manhãs e todas as noites eu dou graças pelo dia maravilhoso, (cheio de Amor, Paz, Saúde, Alegria, Humildade, Prosperidade e Sabedoria) que vai ser e pelo maravilhoso dia que acabou.
Agindo deste modo, sinto-me mais feliz e saudável e o dia corre-me melhor.
Peniche, 20 de Junho de 2006
João Barros de Bettencourt
Completo este artigo com um soneto, que o sentimento me fez brotar com uma quadra a mais...
CAMINHO DA LUZ
Uma luz de amor entra em mim
E o meu coração se inflama e aquece
O que vejo do Mundo não é assim
Tão mau como parece.
O Mundo é uma maravilha
Escondida sob um véu de maldade
Também por trás das núvens o Sol brilha
No meio da Tempestade.
Nossos olhos tão ceguinhos...
Olhos da mente, ilusão!
Visão limpa, clara, sem espinhos
Se olharmos com o coração.
Vida alegre, saudável e boa
Só com amor se consegue,
Que o coração tudo perdoa,
Não há lança que o cegue
Não há noite que o corroa
Se na Estrada da Luz ele segue!
Côja, 06/06/09
João Barros de Bettencourt
No meio de tão grande confusão que se levantou no Serviço Nacional de Saúde, temos mesmo que parar para reflectir.
O encerramento de Maternidades, de Urgências Infantis, de Atendimentos Permanentes, dá-nos a ideia que o Céu desabou sobre a saúde dos portugueses.
Vamos reflectir um pouco sobre o motivo que levou os nossos governantes a terem que tomar medidas tão drásticas:
A ideia muito socialista de uma saúde tendencialmente gratuita era uma medida que poderíamos considerar no mínimo utópica. A saúde pode não ter preço, mas diz a sabedoria popular: ”vão-se os anéis... fiquem os dedos”. O lucro da saúde deve ver-se na rápida melhoria dos doentes que faça diminuir o absentismo e melhorar o ritmo de trabalho; na prevenção da doença e dos acidentes de trabalho ou viação ou outros que provoquem incapacidade.
Não se pode olhar a Saúde como um empreendimento rentável, não se devia poder dar alta a um doente porque está a dar prejuízo ao Hospital...
Mas infelizmente as despesas atingiram um valor de tal modo elevado que obrigaram o Estado a tomar medidas impopulares mas necessárias, nos locais onde o número de utentes não justificava a sua existência.
Metendo a mão na consciência, a maioria de nós tem muita culpa do descalabro a que a Saúde chegou.
Foi-nos dada a facilidade de recorrer a serviços quase gratuitos e as pessoas acorreram em massa aos Centros de Saúde até por motivos fúteis que muitas vezes nada tinham a ver com a saúde. É quase como uma corrida aos saldos em que as pessoas compram por 1€ coisas de 3€ que não lhes faz falta nenhuma.
Ter direito à saúde não significa ter que ir a correr ao médico; saúde é mais do que ausência de doença. Saúde é bem-estar físico, psíquico e social e não depende apenas do médico e dos centros de saúde. Depende também da educação, do civismo, da sociedade e de inúmeros factores que nos vão surgindo na vida diária. A saúde depende sobretudo de cada um de nós e da forma como nos comportamos. Uma vida tranquila, sem excessos, não é obrigatoriamente um aborrecimento. Podemos comer, trabalhar, divertirmo-nos, fazer exercício físico com moderação e obter assim uma boa saúde.
Uma boa educação para a prevenção dos acidentes de trabalho, ensinando as formas de nos proteger e proteger os outros tem sido muito descurada, senão inexistente nas nossas escolas, preocupadas em encher a cabeça das crianças com matéria teórica que acaba muitas vezes por não servir para nada. Formam-se Drs. mas esquecem-se os artífices e o resultado é que os Drs. acabam por ter que aceitar empregos para os quais não estão minimamente preparados. Também a educação para condução auto deve ser incentivada logo nos primeiros anos de escolaridade e, pena é que o Civismo não possa ensinar-se também nos bancos da escola; embora o exemplo dos educadores tenha uma grande importância, é em casa com a actuação dos pais e encarregados de educação que a criança vai desenvolvendo a noção do civismo e agindo em conformidade, respeitando-se a si próprio e aos outros.
O nosso total bem-estar depende da consciência que temos de nós próprios como seres completos em espírito, mente e corpo. Podemos aumentar essa consciência usando afirmações que reforçam Vida:
Sou um ser sadio e completo em espírito, mente e corpo.
Todos os dias repito esta afirmação, proclamando que a minha saúde e plenitude têm origem na minha essência genuína, alojada no fundo do meu coração. Abro-me à Vida curadora que brota da Fonte de Luz que é o meu Eu Superior, e sinto-a a irradiar-se a todas as células do meu corpo.
Todas as manhãs e todas as noites eu dou graças pelo dia maravilhoso, (cheio de Amor, Paz, Saúde, Alegria, Humildade, Prosperidade e Sabedoria) que vai ser e pelo maravilhoso dia que acabou.
Agindo deste modo, sinto-me mais feliz e saudável e o dia corre-me melhor.
Peniche, 20 de Junho de 2006
João Barros de Bettencourt
Completo este artigo com um soneto, que o sentimento me fez brotar com uma quadra a mais...
CAMINHO DA LUZ
Uma luz de amor entra em mim
E o meu coração se inflama e aquece
O que vejo do Mundo não é assim
Tão mau como parece.
O Mundo é uma maravilha
Escondida sob um véu de maldade
Também por trás das núvens o Sol brilha
No meio da Tempestade.
Nossos olhos tão ceguinhos...
Olhos da mente, ilusão!
Visão limpa, clara, sem espinhos
Se olharmos com o coração.
Vida alegre, saudável e boa
Só com amor se consegue,
Que o coração tudo perdoa,
Não há lança que o cegue
Não há noite que o corroa
Se na Estrada da Luz ele segue!
Côja, 06/06/09
João Barros de Bettencourt
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